Os Prémios
Ao longo dos anos a Carne Barrosã tem somado prémios em diversos concursos que comprovam a sua qualidade ímpar.

Almôndegas – Ouro (2024)

Hamburguer – Ouro (2024)

Lombo – Ouro (2024)

Great Taste (2019)

Carne Barrosã Vitela (2019)

Medalha Ouro (2018)

A Melhor das Melhores (2012)
A Raça Barrosã
A raça Barrosã distingue-se das outras pela sua armadura considerável, que se projecta quase verticalmente e em forma de lira, assim como pelas suas formas harmoniosas e a carne de características organolépticas inigualáveis.
Embora deva o seu nome ao planalto do Barroso, iniciou a sua expansão no Minho, onde quase substituiu a Galega, chegando mesmo a povoar concelhos como a Maia e o Porto.
Estamos perante uma raça de dupla aptidão, trabalho e carne, tendo esta última sem dúvida um futuro mais promissor, com a comercialização da “Carne Barrosã” – DOP, como produto certificado.
Insere-se principalmente em duas áreas geográficas: Minho e Barroso. Pode dizer-se que estamos perante um animal perfeitamente adaptado a zonas de agricultura de montanha, onde desempenha um papel importante, permitindo trabalhar as pequeníssimas leiras, fazer a fertilização das mesmas com o estrume e valorizar os recursos alimentares naturais disponíveis que de outra forma seriam desperdiçados.


A Carne Barrosã
“(…) Quando tenho farinha de milho deito aos bezerrinhos. Está a ver aquele verdinho além em baixo? Somos nós que semeamos o milho, moemos e peneiramos. Fazemos tudo (…)” uma produtora de carne barrosã
A “Carne Barrosã” – DOP tem uma cor rosada a vermelha escura, com gordura branca a branca suja, conforme se trate de vitela ou animal adulto.
A carne é deveras tenra, extremamente suculenta e muito saborosa.
O flavor, sensação complexa que se obtém pela combinação das características olfativas e gustativas percetíveis durante a mastigação, mantém-se com excelente nota e muito semelhante em todos os pesos de abate. Esta característica, tal como a suculência deve-se em grande medida ao “marmoreado da carne” estando por isso correlacionada com a repartição da gordura e a sua composição lipídica.
Na realidade, estas valências, textura, cor, suculência e flavor, dão à ”Carne Barrosã”-DOP uma qualidade ímpar.
A marca “Carne Barrosã
“Embarcações que rumavam a Portugal, atracavam, carregavam e partiam. Mais tarde voltavam. Tornavam a atracar, a carregar e a partir. Era a côrte inglesa do século XIX em busca de carne barrosã garantidamente fornecida pelos produtores.” in Manjar de Reis.
É a Cooperativa Agrícola da Boticas (CAPOLIB), como Agrupamento de Produtores, que detém a gestão da Denominação de Origem Protegida (DOP) e é esta entidade que garante a comercialização da “Carne Barrosã” dentro das condições que esta denominação exige.

O SABOR DA NATUREZA – A FORÇA DA CONFIANÇA
Com o cunho dos prados verdes do Norte, dos lameiros e pastos naturais, marcada pelo milho e pelo azevém semeados pelos produtores, esta raça nobre produz uma carne de excelência. Por este motivo, no sêc. XIX, muitas embarcações exportavam milhares de animais diretamente para a Corte Inglesa. Ainda hoje é vulgar encontrar-se a designação de “portuguese beef” em restaurantes londrinos, tendo na Carne Barrosã a sua origem.
A “Carne Barrosã” – DOP tem uma cor rosada a vermelha escura, com gordura branca a branca suja, conforme se trate de vitela ou animal adulto. A carne é deveras tenra, extremamente suculenta e muito saborosa.
O flavor, sensação complexa que se obtém pela combinação das características olfactivas e gustativas perceptíveis durante a mastigação, mantém-se com excelente nota e muito semelhante em todos os pesos de abate. Esta característica, tal como a suculência deve-se em grande medida ao “marmoreado da carne” estando por isso correlacionada com a repartição da gordura e a sua composição lipídica.
Na realidade, estas valências, textura, cor, suculência e flavor, dão à ”Carne Barrosã”-DOP uma qualidade ímpar. A sua fama prolongou-se por gerações, não se esfumando com as actuais polémicas à volta da carne de bovino, que com excessiva e desajustada mediatização tanto tem perturbado os consumidores.
Segundo os mais recentes estudos, a presença nas suas fibras musculares de ácidos gordos insaturados, ómega 3 e ómega 6, nomeadamente de ácido linoléico conjugado – CLA, e de antioxidantes, entre outros elementos, aliada ao baixo teor em colesterol conferem à “Carne Barrosã – DOP” propriedades promotoras de saúde. Estas são evidentes a nível do sistema cardiovascular, do sistema imunitário além do seu efeito anticarcinogénico. O rigor das modernas técnicas de controlo de qualidade é o garante de toda a riqueza da tradição da raça.
A idade normal de abate é entre os cinco e os nove meses, pesando em média 184 kg de peso vivo para os machos e 169 kg para as fêmeas, com pesos médios de carcaça que rondam os 98. O abate só pode ser realizado em matadouros credenciados pela Entidade Certificadora e autorizados pelo Agrupamento de Produtores e que garantam condições de estabulação, limpeza e higiene aliados à capacidade de rede de frio que permita a armazenagem quer das carcaças quer das suas peças. As carcaças têm que exibir as marcas de certificação apostas pela entidade de controlo e certificação (CERTIS) em locais visíveis.

RAÇA BARROSÃ
A raça Barrosã distingue-se das outras pela sua armadura considerável, que se projecta quase verticalmente e em forma de lira, assim como pelas suas formas harmoniosas e a carne de características organolépticas inigualáveis.
Embora deva o seu nome ao planalto do Barroso, iniciou a sua expansão no Minho, onde quase substituiu a Galega, chegando mesmo a povoar concelhos como a Maia e o Porto.
Estamos perante uma raça de dupla aptidão, trabalho e carne, tendo esta última sem dúvida um futuro mais promissor, com a comercialização da “Carne Barrosã” – DOP, como produto certificado.
Insere-se principalmente em duas áreas geográficas: Minho e Barroso. Pode dizer-se que estamos perante um animal perfeitamente adaptado a zonas de agricultura de montanha, onde desempenha um papel importante, permitindo trabalhar as pequeníssimas leiras, fazer a fertilização das mesmas com o estrume e valorizar os recursos alimentares naturais disponíveis que de outra forma seriam desperdiçados.

DESCRIÇÃO DA RAÇA
A raça Barrosã caracteriza-se pelo seu temperamento dócil, terço anterior bem desenvolvido, o que lhe confere boa aptidão para o trabalho. Apresenta dimorfismo sexual acentuado, podendo observar-se a imponente armação córnea nos machos castrados, que pode atingir mais de dois metros de envergadura, e nos machos inteiros destaca-se o terço anterior mais escuro.
São animais de pelagem castanho-claro, tendendo para a cor de palha ou acerejado. Apresentam cor mais clara na região das pálpebras, orla envolvente do focinho, face interna dos membros e região mamária.
Actualmente é explorada nas aptidões de carne e trabalho, destacando-se a carne pela comercialização da “Carne Barrosã”, como produto com denominação de origem protegida (DOP).
Cabeça: curta e larga, encimada por forte armação córnea em lira. Fronte quadrada, deprimida ao centro com região orbitária bastante saliente. Chanfro direito, arredondado e pouco saliente, boca larga, de lábio superior desenvolvido.
Focinho largo, um pouco grosso e arrebitado, de cor negra. Possui orla clara. Conjunto ocular saliente, pestanas e abertura palpebral escuras.
Orelhas médias, rodeadas de pêlos geralmente escuros e no interior compridos. Comprimento e espessura dos chifres bem desenvolvidos, de cor branco-sujo e pontas escuras de secção elíptica.
Pescoço: curto, bem ligado à cabeça e à espádua. Barbela muito desenvolvida.
Tronco: cernelha larga e pouco saliente, costado bem arqueado, peito largo e descido. Região dorso-lombar larga e horizontal, de comprimento médio, bem ligada à garupa, sendo esta horizontal, larga e comprida, com boa largura isquiática. Nádegas sub-convexas, descidas e largas. Coxas bem musculadas e regularmente largas. Cauda com inserção média, terminada por regular borla de pêlos escuros.
Úbere: pouco desenvolvido, revestido por pêlos mais claros espessos e compridos.
Membros: bem aprumados pouco ossudos e curtos. Apresentam unhas pequenas, rijas, escuras e arredondadas.
Pele, pêlo e mucosas: pele grossa mas macia, apresentando rugas no pescoço. Pêlos muito curtos e finos, mais desenvolvidos no pavilhão auricular e na borla da cauda. Mucosas escuras.

CARACTERÍSTICAS REPRODUTIVAS
Na raça Barrosã o método de cobrição natural ainda é o sistema mais utilizado, embora a inseminação artificial tenha vindo a aumentar.
A Raça Barrosã caracteriza-se por ter grande longevidade reprodutiva, em média 7,6 anos, conduzindo a uma reduzida taxa de substituição (aproximadamente 10% ao ano). Regra geral não apresenta elevada incidência de partos distócicos, apresentando um intervalo entre partos de cerca de 420 dias, podendo variar em função dos factores ambientais. Dependendo da disponibilidade e qualidade de alimentos, assim se pode antecipar ou retardar o primeiro parto. Por exemplo, na presença de regimes alimentares adequados podemos ter vitelas a atingir a puberdade antes dos 16 meses o que torna possível a antecipação do primeiro parto em dois meses. Podemos dizer que em média a primeira cobrição se faz entre os 15 e os 18 meses, ocorrendo o primeiro parto entre os 24 e os 36 meses.
No que se refere aos touros, estes entram em reprodução aos 18 meses, podendo fazer-se a colheita de sémen a partir dos 16 meses, nos touros testados para o efeito.
De uma maneira geral esta raça possui bons parâmetros reprodutivos, apresentando mesmo potencial para a melhoria dos mesmos.

ORIGEM E HISTÓRIA
A raça Barrosã terá tido a sua origem à cerca de 10.000 anos, com a domesticação do Auroque (Bos primigenius), em pleno neolítico. Depois através das várias rotas migratórias dos povos norte-africanos, terá chegado à Península Ibérica. Desta forma a raça poderia ser incluída no tronco mauritâneo, tendo como ancestral Bos primigenius mauritanicus (Garcia et al., 1981). Pode-se admitir que este grupo de animais se instalou na Península Ibérica, provavelmente aquando da ocupação Moura. Numa fase posterior, a raça Barrosã terá sido desalojada pelos troncos ibérico e aquitânico, ficando um pequeno núcleo nas zonas planálticas do Barroso, onde ainda hoje permanecem.
A peculiaridade dos aspectos morfológicos e histórico-evolutivos, tornam ainda hoje difícil o enquadramento desta raça com as restantes raças bovinas ibéricas, sendo por isso necessária a realização de mais trabalhos e investigação, que permitam um melhor conhecimento das características genéticas da raça.

Os animais da raça Barrosã, encontram-se essencialmente em duas áreas geográficas: Minho e Barroso. O Minho caracteriza-se pela sua constituição granítica, com vales profundos que delimitam as serras, em que se passa de vertentes acentuadas para planos bem desenvolvidos e largos, aumentando de altitude do litoral para o interior. Já o Barroso apresenta constituição granítico-xistosa, caracterizando-se por ser uma região montanhosa e planáltica.
A origem desta raça perde-se nos tempos sendo o seu solar, o Barroso, constituído: pelos concelhos de Montalegre e Boticas, pelas freguesias de Campos e Ruivães de Vieira do Minho e pela freguesia de Gondiães de Cabeceiras de Basto, chegando mesmo a ocupar concelhos do litoral norte até ao Porto.
Actualmente, verifica-se que os limites da Barrosã estendem-se pelos concelhos de Montalegre e Boticas, do distrito de Vila Real; pelos concelhos de Amares, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde, do distrito de Braga; pelos concelhos de Arcos d Valdevez, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Valença, do distrito de Viana do Castelo; e pelos concelhos de Felgueiras e Paços de Ferreira, do distrito do Porto.
Mercê do rigoroso controlo com que é selecionada e criada, a “Carne Barrosã ” tem Denominação de Origem Protegida (DOP) por Despacho 18/94 de 31 de Janeiro (Diário da República II Série). O uso da Denominação de Origem obriga a que a carne seja produzida de acordo com as regras estipuladas no Caderno de Especificações, o qual inclui, designadamente, a identificação dos animais, o saneamento e a assistência veterinária, o sistema de produção, a alimentação, as condições a observar no abate e conservação das carcaças, associados a um rigoroso sistema de segurança alimentar e a uma efetiva rastreabilidade, da exploração pecuária até ao consumidor (farm to fork).

Apenas poderá beneficiar da denominação de origem “Carne Barrosã” a carne de animais que respeitem os processos de produção e certificação estabelecidos no Caderno de Especificações da DOP.
As condições gerais, que é necessário obedecer para beneficiar da Denominação de Origem Protegida, são às seguintes:
- A unidade de produção deve situar-se, obrigatoriamente, na área geográfica de produção;
- Alimentação animal feita à base de produtos naturais;
- Só é permitido a certificação da carne proveniente de animais da Raça Barrosã inscritos no Livro Genealógico;
- A identificação dos animais deverá ser feita durante os primeiros 20 dias de vida (prazo legalmente estipulado pelo SNIRA);
- Cumprimento do plano de profilaxia determinado pelos Serviços Oficiais e realização de todos os tratamentos e/ou vacinações considerados necessários;
EFECTIVOS
O efectivo da raça Barrosã sofreu um forte declínio até à década de noventa, contribuindo para tal evolução factores como êxodo das populações rurais, o abandono das explorações agrícolas, a mecanização da agricultura existente, a introdução de novas culturas e a substituição da Barrosã por raças de aptidão leiteira.
Segundo Silvestre Bernardo Lima em1873, o efetivo era de 102.301 machos e de 144.501 fêmeas, tendo-se verificado uma diminuição abrupta havendo um efetivo de fêmeas não superior a 7000 animais e no caso dos machos o número é insignificante.
Atualmente verifica-se alguma estabilização dos efetivos, devido a apoios vindos do estado e da comunidade europeia como as medidas Agro-Ambientais, indemnizações compensatórias e prémios às vacas aleitantes.

Certis – Controlo e Certificação, organismo que controla todas as etapas do processo de certificação da “Carne Barrosã – DOP”, nomeadamente:
- A Identificação e idade dos bovinos existentes na exploração;
- O sistema de exploração e o cumprimento das regras de bem-estar animal;
- A alimentação fornecida aos animais;
- As condições de transporte dos animais para abate;
- Os controlos no matadouro, salas de desmancha, pontos de venda e restaurantes de acordo com o Caderno de especificações da Carne Barrosã – DOP;
- A aposição da certificação nas carcaças e nas embalagens da Carne Barrosã – DOP e a emissão dos certificados de origem.
Exija sempre a apresentação do certificado de origem e verifique a sua validade.

MODO DE EXPLORAÇÃO
Sendo a Barrosã uma raça bovina autóctone, que desde os primórdios se encontra intimamente ligada às populações rurais, fazendo parte da sua cultura, não é de estranhar o seu papel fundamental na nossa agricultura. Temos necessariamente de referir a sua importância na agricultura de montanha e de meia-encosta, onde só animais perfeitamente adaptados às condições peculiares desta envolvente, conseguem trabalhar terras de tão pequena dimensão, fazendo a fertilização das mesmas com o estrume que produzem, bem como valorizar os escassos recursos alimentares de que dispõem (carqueja, tojo).
Para a sua alimentação estes animais recorrem não só aos prados e lameiros, como também aos baldios. Recorre-se assim a forragens verdes e conservadas (erva, palha, feno e ás vezes silagem de milho), como suplemento utiliza-se o milho (em grão, traçado ou farinha), ainda o centeio e a batata.
Atendendo à existência de duas áreas distintas de produção da raça Barrosã podemos focar determinadas diferenças entre as duas como:
Minho – caracteriza-se por áreas pequenas na ordem dos 3 – 5 ha e dispersas, pequenos produtores com baixa escolaridade, efectivos com 2 a 3 cabeças por exploração, recorrendo ao posto de cobrição que serve toda a freguesia, estabulação dos animais em cortes e agricultura muito pouco mecanizada.
Barroso – encontramos explorações com alguma dimensão, com mais de 5 ha, contudo muito dispersas, muitos jovens agricultores, efectivos com cerca de 6,5 cabeças por exploração, utilizando o próprio touro para a cobrição das suas fêmeas e a agricultura é bastante mecanizada.

É a Cooperativa Agrícola da Boticas (CAPOLIB), como Agrupamento de Produtores, que detém a gestão da Denominação de Origem Protegida (DOP) e é esta entidade que garante a comercialização da “Carne Barrosã” dentro das condições que esta denominação exige.
O principal objetivo do Agrupamento de Produtores de “Carne Barrosã”, é promover o escoamento da carne, concentrando a oferta e criando canais de comercialização que possibilitem uma diferenciação positiva, traduzida no melhor preço a pagar à produção e na oferta ao consumidor de uma carne de excelência, quer em termos organolépticos, quer nutricionais, garantindo a segurança alimentar e a rastreabilidade da mesma.
Com um circuito comercial bem definido, a carne é vendida em todo o território nacional do continente, sendo igualmente exportada para França e Bélgica, entre outros países.
A comercialização para a distribuição é feita diretamente pelo Agrupamento de Produtores, enquanto a venda ao consumidor final é facultada na maioria das grandes superfícies, em diversas lojas Gourmet, em supermercados, talhos, distribuidores e na restauração.
Pontos de venda da Carne Barrosã – DOP:
- El Corte Inglês: Lisboa, Parque das Nações, Restelo, Beloura, Coimbra, Braga, Gaia, Porto Foz
- Gondomar e Pão Açúcar Faro
- Continente: Braga
- E. Leclerc: Chaves
- Recheio: Braga
- Pingo Doce: Braga e pontualmente noutras lojas
- Makro
Restaurantes com Carne Barrosã – DOP
Hotel Rio Beça – Boticas
Neta do Rei Guimarães
Dom Feijão Lisboa
Hamburgueria Barrosã Lisboa
Prim Praia da Ericeira
Chakra Beach Peniche
150g Vila Franca de Xira
Hotel Dom Gonçalo – Fátima
Comeres Barrosões – Certames Gastronómicos
Restaurante Vintage – Pombal
Boticas Hotel Art & SPA
Restaurante Abstrato
Burguesia Food – Experience – Chaves
Restaurante Miscaro – Chaves
Distribuidores:
Barbara Natureza – Agente Oficial
Talho Barroso – Caminha
Elvitalhos – Ponte de Lima
Frimarc – Faro
Talhos:
Carnes Meireles S. Mamede de Infesta
Elvitalhos Ponte de Lima
O Manel Ponte da Barca
Miranda e Duarte Setúbal
Talhos Meireles Viana do Castelo, Vila de Prado, Vila Verde
Talho Termas Vizela
Talho Barroso Caminha
Talho Santa Marinha Famalicão
Mercado Preço Bom Amares
Mira Ramos – Arcozelo
Loja Rural de Produtos de Montanha – Carreira da Lebre Boticas
Talho Jorge Rosa – Pombal
Talho Orlando – Guimarães
Talho Silva – Braga
Manufrapal – Cascais
Talho Avenida – Matosinhos
Parceiros
AMIBA – Associação de Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, criada em 1990 tem como finalidade a preservação e o melhoramento da Raça Barrosã tendo por missão:
- Identificar ao nascimento todos os vitelos filhos de pais inscritos no Registo Zootécnico/Livro Genealógico colhendo, nessa altura, material para também identificar geneticamente com base nas técnicas de ADN;
- Registar todos os animais nascidos da raça barrosã nos distritos de Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Porto no Livro Genealógico;
- Controlar os postos de cobrição natural e a inseminação artificial;
- A testagem e recria de reprodutores machos;
PEC NORDESTE – Indústria de Produtos Pecuários do Norte, situada em Penafiel e detentora da unidade de abate, na qual são abatidos, na totalidade, os animais destinados à certificação.
SATIVA – Controlo e Certificação de Produtos, organismo privado que controla todas as etapas do processo de certificação da “Carne Barrosã – DOP”.